segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Não tenho casa, não tenho sapatos, não tenho dinheiro, não tenho classe, não tenho roupa, não tenho suetéres, não tenho barba, não tenho mente, não tenho cultura, não tenho escolaridade, não tenho nome, não tenho amor, não tenho passagem, não tenho ficha eletrônica. O que eu tenho? Por que estou vivo? Sim, o que eu tenho? ninguém pode se livrar disso. Tenho meu cabelo, tenho minha cabeça, tenho cérebro, tenho minhas orelhas, tenho meus olhos, tenho meu nariz, tenho minha boca, tenho meu sorisso, tenho minha língua, tenho meu queixo, tenho meu pescoço, tenho meu coração, tenho minha alma, tenho minhas costas, tenho meu sexo, tenho meus braços, tenho minhas mãos, tenho meus dedos, tenho minhas pernas, tenho os meu pés, tenho meus dedos dos pés, tenho meu fígado, tenho meu sangue. Tenho vida, tenho liberdade, tenho a vida, vou conservar isso.

sábado, 8 de agosto de 2009

'Estou tão confuso, não sei como agir diante desse pecado. Bom, pra mim seria um pecado. Queria tanto saber o que fazer. É escolha, com duas alternativas, todas ruins por que irei fazer auguém sofrer, bem, isso eu não queria, mas me meti em uma Gripe. 'Gripe' que nem chá de erva Cidreira cura, gripe que me torna patético, copacabana boy. A gripe do (?) '

domingo, 8 de março de 2009



Eis que vem a 'panis et circenses',
é um enfoque que limita os interditos do desejo, a contraposição entre a exceção e a ‘ordem’ cotidiana. A vida não é somente se ocupar a ser de determinado jeito e em nascer e morrer; e sim ter seus próprios desejos, criticas e ser livre para o que quiser, sendo proibido proibir e tendo seus próprios pontos de vista. ‘Más a maioria das pessoas da Sala de Jantar são ocupadas em nascer e morrer’.